O quarto programa da Equoterapia pode ser praticado por pessoas com vários tipos de deficiência, pois desenvolve as habilidades físicas e a auto-estima de seus praticantes. É praticado em nível paraolímpico e a modalidade é o Adestramento. É a única modalidade paraolímpica que utiliza o cavalo. Sua escolha se deu pelo melhor equilíbrio, controle, mobilidade, memorização e liberdade.
A FEI regulamenta a prática esportiva, nessa modalidade, por cavaleiros portadores de deficiência e pessoas submetidas a equoterapia.
Os atletas são divididos em cinco graus de acordo com o nível de deficiência:
Ia, Ib, II, III e IV, e são avaliados para definição da classificação funcional, que é feita por fisioterapeutas e médicos treinados. A partir daí inicia-se a equitação propriamente dita, com o instrutor de equitação, sem contudo prescindir de acompanhamento fisioterápico e de condicionamento físico apropriado.
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